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As profissões serão para os robots

July 8, 2017

As profissões serão para os "robots" e a vida será para os humanos.

 

A jeito de brincadeira, sempre se disse que o Engº Informático é o profissional que quanto melhor trabalhar mais contribuirá para a extinção do seu posto de trabalho.
É um facto e quanto a isso, nada a fazer. Ter medo não resolverá nada.

 

Não podemos ficar "cristalizados" nas competências que adquirimos. Temos que ir mantendo uma prática de aprendizagem contínua, evolutiva, com um "olho" em outras áreas, mesmo que aparentemente sejam (muito) ao lado daquilo que for a nossa actual profissão.

O tempo para isso parece faltar. Faltará?

 

Será preciso estabelecermos prioridades, aquilo que de facto será importante para nós, sabermos filtrar todas as solicitações que nos aparecem em todos os domínios da nossa vida. Não poderemos delegar nos outros, na empresa, nos chefes, etc. a gestão da nossa carreira e muito menos da nossa vida. É fundamental que cada um de nós tenha bem presente qual é o seu propósito de vida, qual é a sua missão, quais são os seus valores. Isto trará entusiasmo à nossa procura e à nossa acção.

 

Por outro lado, é fundamental que as empresas criem uma cultura organizacional orientada à aprendizagem. Com isto, não só terão um ambiente mais criativo e inovador, mais motivante, mas também os seus profissionais serão mais independentes e menos receosos. Serão interdependentes, mais preparados para enfrentar as mudanças, nem que estas os obriguem a procurar oportunidades fora da empresa.

Também o ensino deverá alargar o espectro dos seus programas pedagógicos. Já não interessa (apenas) aprender a fazer algo, a ser especialista em algo. Interessa saber como viver uma vida bem vivida, uma vida feliz. Sermos felizes e partilharmos essa felicidade. É isso que afinal está em causa. Tudo o resto é acessório.

 

 

Por fim, e porque tudo começa no berço, também os pais têm que mudar de paradigmas.

Acredito que no futuro, as profissões serão para os "robots" e a vida será para os humanos.

Vivamos, então, agindo e sem medo.

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